pinnacle

Home > ARCOmadrid espera 95 mil visitantes este ano e passa a ser em março
ARCOmadrid espera 95 mil visitantes este ano e passa a ser em março
Time:2022-06-01
Views:1961

pinnacle

  
LIVE      

ARCOmadrid espera 95 mil visitantes este ano e passa a ser em março

pinnacle

ARCOmadrid espera 95 mil visitantes este ano e passa a ser em março

A 43.ª ARCOmadrid, entre 6 e 10 de março, contará com 205 galerias, de 36 países, incluindo 16 portuguesas, como já tinha sido anunciado.

A ARCOmadrid deste ano avançou para março por causa de exigências de montagem e calendários de eventos da IFEMA - Feira de Madrid. As novas datas revelaram-se mais compatíveis com os calendários dos colecionadores e galeristas e, por isso, a partir de agora, a feira de arte contemporânea de Madrid, a maior da Península Ibérica, passará a realizar-se no início de março, afirmou esta quarta-feira, 21 de fevereiro, a diretora da ARCOmadrid, Maribel López, numa conferência de imprensa.

"Recusámos cerca de 200 pedidos de participação", revelou Maribel López, que disse esperar este ano uma ARCO com "uma qualidade excecional".

Segundo a organização, são esperados 95 mil visitantes na 43.ª edição da ARCOmadrid, o mesmo número de 2023, quando voltaram a ser alcançados e superados os níveis pré-pandemia.

Quanto a galerias participantes, são 205, menos cinco do que no ano passado.

Das 171 galerias do programa geral da 43.ª ARCOmadrid, 15 são portuguesas: 3+1 Arte Contemporânea, Balcony, Bruno Múrias, Carlos Carvalho, Cristina Guerra Contemporary Art, Filomena Soares, Foco, Francisco Fino, Madragoa, Miguel Nabinho, Monitor, Pedro Cera e Vera Cortês, todas de Lisboa, e ainda a Kubikgallery e a Lehmann + Silva, do Porto.

A NO-NO, de Lisboa, entrará na secção “Opening”, dedicada a galerias com menos de sete anos de atividade.

A galeria de Lisboa vai à ARCOmadrid convidada pelas comissárias da secção "Opening", Cristina Anglada e Yina Jimenez, e vai apresentar um projeto da artista Ana Rebordão.

A ARCOmadrid 2024 vai ter as Caraíbas como tema central, com um programa composto por artistas e galerias ligados àquela região selecionados pelas curadoras Sara Hermann e Carla Acevedo-Yates.

Nas secções "A margem, a maré, a corrente: um Caribe oceânico" e "Nunca o mesmo. Arte latino-americana" estarão representadas 19 e 12 galerias, respetivamente.

No conjunto, a edição de 2024 da feira de arte contemporânea de Madrid contará com 38 galerias de 13 países da América Latina, "com especial presença da Argentina, Brasil e México", destacou a organização em comunicado.

No caso do Brasil, serão oito galerias de São Paulo e do Rio de Janeiro que estarão representadas no programa geral e em todas as secções comissariadas da ARCOmadrid de 2024.

A ARCOmadrid "continuará a projetar a sua posição única como referência latino-americana na Europa", segundo o mesmo comunicado, que destaca que 35% do total de galerias em 2024 são espanholas, refletindo a dimensão internacional desta feira de arte contemporânea.

A 43.ª ARCOmadrid decorre em dois pavilhões do recinto de feiras e exposições IFEMA, na capital espanhola, e os primeiros dois dias serão, como habitualmente, exclusivamente para profissionais.

Dentro do programa para colecionadores internacionais, estão convidadas 400 pessoas para ir à ARCOmadrid deste ano, enquanto o número de profissionais convidados - comissários, diretores de museus e outros agentes do setor - ronda as 400 pessoas de 40 países.

Morreu Vittorio Emanuele de Sabóia, filho do último rei de Itália

A notícia é avançada pelo jornal italiano , que cita um comunicado da família.

“Às 7h05 desta manhã, 3 de fevereiro de 2024, Sua Alteza Real Vittorio Emanuele, Duque de Sabóia e Príncipe de Nápoles, rodeado pela sua família, faleceu pacificamente em Genebra”, referem.

O anúncio da Casa Real de Sabóia acrescenta que o local e a data do funeral serão comunicados com a maior brevidade possível.

De nome completo Vittorio Emanuele Alberto Carlo Teodoro Umberto Bonifacio Amedeo Damiano Bernardino Gennaro Maria di Savoia, nasceu em Nápoles, a 12 de fevereiro de 1937.

O herdeiro ao trono italiano era conhecido como o 'eterno príncipe', tendo em conta que as suas ambições de chegar ao trono acabaram por ser eliminadas em 1946, quando Itália, depois de um referendo popular, se tornou numa república. O pai chegou a abdicar em seu favor dias antes do referendo, contudo, sem sucesso.

Na altura, juntamente com a mãe, Maria José e as irmãs, Maria Beatriz, Maria Pia e Maria Gabriella, teve que exilar-se em Portugal, e a família foi proibida de entrar em Itália durante cerca de 56 anos.

Umberto II passou o resto da vida em Cascais, onde se casou a filha mais velha, a princesa Maria Pia, sendo que os herdeiros da casa de Sabóia só voltaram a ter permissão para entrar em Itália em dezembro de 2002.

Vittorio Emanuele era casado com Marina Doria, uma suíça campeã de ski aquático. Casaram primeiro em Las Vegas e depois em Teerão, como convidados do Shah da Pérsia. Têm apenas um filho, Emanuele Filiberto, que nasceu em 1972, em Genebra.

A sua história de vida teve inúmeras polémicas, porém talvez a maior de todas é um assassinato que, apesar de ter tido um veredito da justiça, não ficou resolvido na opinião pública. Em causa estava a acusação de matar a tiro Dirk Hamer, um jovem de 19 anos norueguês que tentou roubar um barco que pertencia à família durante umas férias na Córsega.

Este foi o ponto de partida para uma série documental com três episódios que se chama “O Príncipe sem Trono” (“The King Who Never Was”) da plataforma de streaming Netflix, realizada por Beatrice Borromeo, uma aristocrata italiana que é conhecida por ser nora da princesa Carolina do Mónaco e embaixadora da Dior.

+Escolha sua comunicação de notícias favorita. Clique aqui!

ARCOmadrid espera 95 mil visitantes este ano e passa a ser em março

Previous:Rodriguinho revela plano com liderança de Fernanda no BBB 24: 'Trazer eles pra nós'
Next:Beatriz chora após ser consagrada como Líder no BBB 24, e brother diz: 'Não fique se culpando'
related articles
pinnacle Mapa do site

1234