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Cantor engana-se na letra ao cantar tema dos Backstreet Boys: veja a atuação
Time:2023-02-04
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Cantor engana-se na letra ao cantar tema dos Backstreet Boys: veja a atuação

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Cantor engana-se na letra ao cantar tema dos Backstreet Boys: veja a atuação

Gui Albuquerque, vocalista da banda brasileira Jeito Moleque, tornou-se num meme das redes sociais esta quinta-feira, dia 25 de janeiro, depois de atuar no programa "Encontro".

No talk show do canal Globo, o grupo interpretou uma versão em pagode do tema " I Want It That Way", dos Backstreet Boys, mas o vocalista enganou-se várias vezes na letra. O momento rapidamente chegou às redes sociais e tornou-se viral.

"No currículo: inglês intermediário. Realidade: vocalista do Jeito Moleque cantando Backstreet Boys", brincou um espectador nas redes sociais. "Língua não identificada", acrescentou um outro seguidor do programa, segundo a Globo.

Depois do momento se ter tornado viral, o vocalista pediu ajuda a professores de inglês: "Professor de inglês, por favor, atenda-me. Preciso de um professor de inglês, please! Vamos ficar um mês nessa digressão na Europa, depois Canadá, depois Estados Unidos", contou.

Veja o vídeo:

Várias estreias literárias e o regresso de Fernanda Melchor e Jon Fosse em fevereiro

Pilar Adón é um desses casos: escritora madrilena inédita em Portugal, que publica o seu romance “De bestas e aves” na próxima semana e participa, pela primeira vez, em mais uma edição do Festival Literário Correntes d’Escritas, que este ano decorre entre 19 e 24 de fevereiro.

O romance “De bestas e aves” venceu vários prémios literários em Espanha e destacou-se como “um dos melhores do ano de 2022” publicados naquele país, segundo a editora, D. Quixote.

Depois de “Swing Time”, a D. Quixote publica agora “A fraude”, novo livro de Zadie Smith que marca o regresso da autora à ficção, desta feita com uma história ambientada em 1873 e baseada no verídico caso Tichborne, que agitou a Inglaterra vitoriana, quando um homem de classe baixa protagonizou um longo processo em tribunal, ao proclamar ser o legítimo herdeiro de um título e de um património substancial.

A Casa das Letras vai reeditar “Os dias de Saturno”, de Paulo Moreiras, um romance há muito esgotado e que agora terá uma edição revista e aumentada.

Voltando a autores inéditos, a Companhia das Letras edita o primeiro romance do sociólogo português Manuel Abrantes, “Na terra dos outros”, uma história de vida, que acompanha uma rapariga de aldeia que vai para a capital como criada de servir, ainda no Estado Novo, até aos dias de hoje.

A Alfaguara publica, também em estreia no mercado livreiro nacional, a autora espanhola Alana S. Portero, com “Maus hábitos”, história de uma menina presa num corpo de rapaz, que desbrava o caminho da aceitação de uma identidade diferente, numa sociedade que a rejeita.

Os dois autores vão estar na Póvoa de Varzim, no final do mês, para lançar os seus romances no festival Correntes d’Escritas.

Na mesma chancela, chega uma nova obra literária da escritora mexicana Fernanda Melchor, que está nomeada para o Prémio Literário Casino da Póvoa/Correntes d’Escritas com o livro “Temporada de Furacões”, editado em Portugal em 2023.

“Paradaise” é uma exploração da violência e fragilidade da sociedade mexicana, das suas tendências racistas, classistas e hiperviolentas, centrada num adolescente pobre e desajustado que sonha em fugir da sua aldeia miserável.

Em língua portuguesa, mas no campo da não-ficção literária, a Companhia das Letras vai lançar “O que é meu”, um “livro sensação”, nas palavras da editora, do brasileiro José Henrique Bortoluci.

Pela Cavalo de Ferro, regressa um nome já consagrado no panorama literário, o norueguês Jon Fosse, Prémio Nobel da Literatura no ano passado, de quem se publica “Uma brancura luminosa”, o primeiro livro desde a conclusão da sua “Septologia”.

A Suma de Letras publica neste mês os ‘thrillers’ “Rumores”, de Ashley Audrain, e “O jogo da alma”, de Javier Castillo, bem como o romance “A cicatriz”, da portuguesa Maria Francisca Gama.

Na Topseller, mais um livro da “escritora sensação das redes sociais” Colleen Hoover, “Talvez agora”, indica a editora.

A escritora irlandesa Claire Keegan, que a Relógio d’Água começou a publicar em Portugal, regressa neste mês com “A uma hora tão tardia”.

A mesma editora vai lançar um novo livro do filósofo e ensaísta sul-coreano Byung-Chul Han (autor de “Não coisas”, “Infocracia”, “Vida contemplativa” e “Capitalismo e pulsão de morte”, entre outros), intitulado “A crise da narração”, que analisa como, hoje em dia, o ‘storytelling’ tende a converter-se numa ferramenta de promoção de valores consumistas.

Ainda na Relógio d’Água, está prevista a publicação de mais um livro de Alexandre Andrade, e a reedição de “Eichmann em Jerusalém”, de Hannah Arendt.

O grupo Almedina lança, nas Edições 70, “Miniaturas do Mundo – Livro de Indícios” de Boaventura de Sousa Santos, e “História dos Gatos”, de F.-A. Paradis de Moncrif.

A editora Minotauro propõe “Louvado Seja o Pesadelo”, de Paulo Faria, “Sol Negro”, de Owen Matthews, “As Mil e Uma Noites”, de Andrew Lang (edição juvenil do clássico da literatura mundial), “The Killing Kind”, de Jane Casey, e “Femina Sapiens”, com texto de Marta Yustos e ilustração de Diego Robredo.

Da escritora Vera dos Reis Valente, pseudónimo literário de Sara de Almeida Leite, é publicado pela Porto Editora “Amar em caso de emergência”, que “conta a história de uma mulher de 50 anos que se vê refém de um casamento falhado”.

No que diz respeito ainda a estreias literárias, a Quetzal publica André Canhoto Costa e o seu romance “Como Sobreviver depois da Morte”, uma ficção portuguesa surreal, cheia de magia, fantasia e domínio da história, segunda a editora.

“Campo pequeno”, de João Pedro Vala, e “A Vida na Selva”, de Álvaro Laborinho Lúcio, uma viagem às memórias e histórias do autor, são outras novidades da Quetzal, que, para este mês, reservou também o lançamento de livros de músicos: “Vida e Morte nas Cidades Geminadas”, romance de Sérgio Godinho, e “Um preto muito português”, de Telma Tvon, que dá voz à realidade do que é ser negro e português numa cidade como Lisboa, que amiúde confunde cor de pele com naturalidade.

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