pinnacle

Home > Abaixo-assinado: Chico Buarque, Pinho Vargas, Capicua e Salvador Sobral unidos por cessar-fogo em Gaza
Abaixo-assinado: Chico Buarque, Pinho Vargas, Capicua e Salvador Sobral unidos por cessar-fogo em Gaza
Time:2022-01-18
Views:1409

pinnacle

  
LIVE      

Abaixo-assinado: Chico Buarque, Pinho Vargas, Capicua e Salvador Sobral unidos por cessar-fogo em Gaza

pinnacle

Abaixo-assinado: Chico Buarque, Pinho Vargas, Capicua e Salvador Sobral unidos por cessar-fogo em Gaza

O abaixo-assinado reúne "músicos, agentes e produtores musicais" que "apelam ao cessar-fogo imediato em Gaza, à entrada urgente de ajuda humanitária nos territórios ocupados, à libertação de todos os reféns e à resolução política desta ocupação no quadro da ONU", segundo o texto do manifesto.

Lançado "a título pessoal" pelo produtor Sérgio Machado Letria, também diretor da Fundação José Saramago, o abaixo-assinado reúne à partida perto de uma centena de músicos e compositores de diferentes áreas, da expressão popular ao jazz e à música erudita, como A Garota Não, Ana Deus, Bernardo Tinoco, Carlos Bica, Carlos Barretto, Filipe Melo, Filipe Raposo e Francisca Cortesão (Minta).

Cristina Branco, Gaspar Varela, Joana Espadinha, Luca Argel, Luís Tinoco, Márcia, Mitó Mendes, O Gajo, Pedro Moutinho, Ricardo Toscano, Rogério Charraz e Teresa Salgueiro são outros subscritores.

Os músicos sublinham a importância de tornar "realidade a solução de dois Estados, defendida pela Organização das Nações Unidas (ONU)", quando "todos os dias" são "confrontados com a violência perpetrada pelo governo de Israel contra a população palestiniana, no atropelo de todas as regras internacionais de respeito pelas populações civis e de ajuda humanitária", que já provocou "mais de vinte mil vítimas até ao momento, na maioria mulheres e crianças".

"A situação em Gaza piora de minuto a minuto e torna-se fundamental que um cessar-fogo seja decretado, pondo fim a semanas de desumanidade e numa tentativa de abrir caminho a uma solução pacífica que ponha fim ao domínio perpetrado por sucessivos governos israelitas sobre a Palestina", lê-se no texto do abaixo-assinado.

Carlos Caires, a banda Cassete Pirata, Edu Miranda, Inês Mota, Luis Varatojo, Margarida Campelo, Sebastião Varela, Suse Ribeiro, Tânia Monteiro e Tiago Branco são outros subscritores.

O abaixo-assinado dos músicos acontece uma semana depois da publicação da "Carta Aberta em Solidariedade à População de Gaza", subscrita por cerca de duas dezenas de associações culturais, representativas das artes, da dança e do espetáculo, como a Performart – Associacão para as Artes Performativas em Portugal, a Rede – Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea, e outras entidades como a Pé de Cabra, a Associação Parasita, a Noitarder - Associação Cultural e a dupla Jonas&Lander.

A comunidade artística, nesta missiva, sublinha "o embaraço" que identifica "na ausência de qualquer medida por parte do Governo de Portugal" sobre a situação em Gaza, que define como hecatombe, e "que tão claramente afronta qualquer ideal de humanidade e qualquer possibilidade real de justiça e liberdade".

Congratula-se com o facto de o ministro português dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, ter apoiado "a posição tomada pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres", mas critica "não ter havido qualquer tomada de posição relativamente aos negócios que se mantêm com Israel, em particular através da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal."

A comunidade artística estende ainda as críticas à União Europeia e apela ao Governo português para "que condene os crimes de guerra e crimes contra a humanidade perpetrados pelo governo de [Benjamin] Netanyahu", aplicando sanções a Israel, pressionando a União Europeia, para fazer valer as convenções e a aplicação do direito internacional, e ainda para apoiar "a denúncia da África do Sul da intenção genocida israelita ao Tribunal Internacional de Justiça".

"Não sei se ficou bom": Dakota Johnson teve experiência "psicótica" com efeitos visuais em "Madame Web"

"Madame Web" é o "batismo de fogo" de Dakota Johnson no mundo dos super-heróis... que ainda não sabe se fez um bom trabalho num filme dominado pelos efeitos visuais.

A atriz descreveu como "completamente psicótica" a experiência de fazer tantas cenas onde muito do que se vai ver ou ouvir será acrescentado em pós-produção.

"Nunca tinha feito um filme onde se está perante um ecrã azul e há explosões falsas e alguém diz 'Explosão!' e se reage como se existisse uma explosão. Para mim, isso foi completamente psicótico", comentou numa entrevista recente à claramente sem ainda ter visto a versão que vai chegar aos cinemas a 14 de fevereiro (data portuguesa).

"Fiquei do género 'Não sei se isto vai ficar bom de todo. Espero ter feito um bom trabalho'", acrescentou.

De facto, Dakota Johnson notou que foi essencial neste processo a realizadora S.J. Clarkson, com muita experiência no mundo dominado por super-heróis e efeitos visuais graças ao seu trabalho em episódios das séries "Jessica Jones" e "The Defenders".

"Confiei nela. Ela trabalha tanto e não tirou os olhos deste filme desde que começámos" elogiou.

Ainda com Sydney Sweeney, Adam Scott, Emma Roberts, Isabela Merced, Mike Epps e Tahar Rahim, "Madame Web" conta a "história da origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel", destaca a sinopse sobre Cassandra Webb, "uma paramédica de Manhattan que tem capacidades de clarividência. Forçada a enfrentar revelações sobre seu passado, cria laços com três jovens destinadas a futuros poderosos... se todas conseguirem sobreviver ao mortífero presente".

+Escolha sua comunicação de notícias favorita. Clique aqui!

Abaixo-assinado: Chico Buarque, Pinho Vargas, Capicua e Salvador Sobral unidos por cessar-fogo em Gaza

Previous:Vitória de Gustavo Reinas no "The Voice Portugal" destacada pela produção internacional
Next:Taylor Swift anuncia novo álbum. E já falta pouco para sair
related articles
pinnacle Mapa do site

1234