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Dakota Johnson diz que não viu o seu filme "Madame Web". Nem está nos seus planos
Time:2022-03-03
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Dakota Johnson diz que não viu o seu filme "Madame Web". Nem está nos seus planos

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Dakota Johnson diz que não viu o seu filme "Madame Web". Nem está nos seus planos

Em plena campanha de promoção e numa altura emq ue já saíram más críticas e as receitas já são em baixa nas bilheteiras, Dakota Johnson fez a surpreendente admissão que ainda não viu o seu filme "Madame Web". Nem é algo que pense fazer nos tempos mais próximos.

"Na verdade, não vi o filme”, disse a atriz a rir durante a participação num programa da Magic Radio .

"Provavelmente, não irei ver. Não sei quando irei vê-lo. Um dia...", acrescentou, admitindo que não costuma ver alguns dos seus filmes pois poderia provocar uma "crise existencial" e por uma questão de "auto preservação".

Atualmente, "Madame Web" tem uma cotação de apenas 13% de opiniões positivas de 149 críticas recolhidas pelo , menos dois pontos do que de "Morbius" (2022), mas a atriz tem vindo a conquistar novos fãs durante a promoção pelas declarações sinceras, sarcásticas e, aparentemente, sem filtro, que fogem às ações de formação mediática e corporativa dos estúdios.

Em janeiro, disse que teve uma experiência "psicótica" por causa da utilização dos efeitos visuais em tantas cenas e não sabia se tinha feito um bom trabalho.

Numa participação no programa Saturday Night Live, brincou que "Madame Web" era "como se a Inteligência Artificial tivesse gerado o filme perfeito para os vossos namorados" por ter personagens da Marvel e a curvilínea atriz Sydney Sweeney, de "Euphoria" e "Todos Menos tu".

Quando o apresentador Seth Meyers lhe perguntou se o filme fazia parte do universo cinematográfico do Homem-Aranha, a resposta foi que "não precisas saber nada de nada para ver este filme". Também sem filtro no mesmo programa, disse que "teve a pior experiência da sua vida" ao participar no último episódio da série "The Office" em 2013.

Outras declarações de impacto foram a descrição da atual situação "completamente desoladora" da indústria de Hollywood e que "toda a gente que toma decisões tem medo, querem fazer o que é seguro e o que é seguro é muito chato".

Em 2022, a atriz já tinha causado sensação ao dizer que assinou contrato "para fazer versão muito diferente" d´ "As Cinquenta Sombras de Grey", que descreveu como uma rodagem "psicótica".

Ainda com Adam Scott, Emma Roberts, Isabela Merced, Mike Epps e Tahar Rahim, "Madame Web" conta a "história da origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel", destaca a sinopse sobre Cassandra Webb, "uma paramédica de Manhattan que tem capacidades de clarividência. Forçada a enfrentar revelações sobre seu passado, cria laços com três jovens destinadas a futuros poderosos... se todas conseguirem sobreviver ao mortífero presente".

Sonho de vida em Portugal inspira filme angolano sobre emigrante que casa para ter visto

A ambição de viver em Portugal e as artimanhas para obter os documentos legais são ponto de partida do filme angolano “O Emigrante”, que retrata como o sonho de ficar na Europa se pode transformar num pesadelo.

No filme, um angolano que reside ilegalmente em Portugal com a namorada engendra um esquema para casar com uma portuguesa bem sucedida e obter a autorização de residência, mas o desfecho acaba por não ser o esperado.

O realizador Levis Albano, ele próprio emigrante, falou à Lusa a propósito da estreia do filme, esta sexta-feira em Luanda, e o tema que escolheu para falar das dificuldades da emigração.

“As pessoas, quando deixam o seu ninho e vão viver na casa dos outros, precisam de entender que as coisas nunca vão ser iguais, não importa se estás no Brasil, na Inglaterra ou nos EUA, nós passamos dificuldades na emigração”, frisou, explicando que “precisava de contar que viver fora do país não é aquilo que as pessoas pensam”.

O filme foi inspirado num caso real, a partir do qual Levis Albano desenvolveu uma “história mais geral”, para fazer entender o que é a emigração.

Numa altura em que cresce significativamente a comunidade angolana em Portugal, com o número de cidadãos de Angola neste país a aumentar mais de 50% nos últimos dez anos, Levis Albano encara a escolha de Portugal como destino de emigração com naturalidade, atendendo à “relação amorosa” que faz com que o angolano “se sinta em casa”, sendo este o primeiro país que lhe ocorre quando pensa em emigrar.

“A comunidade angolana está a crescer em Portugal e eu acho isso bonito e também vejo que a comunidade portuguesa está a crescer em Angola mais uma vez”, acrescentou, realçando que a emigração é necessária e que há vários empregos onde praticamente só se encontram emigrantes.

“Isto ajuda a economia do país, embora muitos não percebam. Acredito que precisamos um do outro, é importante o angolano entender que se o português está em Angola é por uma necessidade e se o angolano está em Portugal é por uma outra necessidade”, comentou o realizador.

“O planeta é grande e todos devemos viver onde nos sentimos confortáveis”, sublinhou, acrescentando: “não estamos aqui para ocupar o espaço de ninguém, estamos aqui para contribuir”.

Os emigrantes têm também mudado a perceção de Portugal sobre os angolanos, que é hoje “muito diferente”, admitiu.

“Posso falar essencialmente pela cultura, a música ajuda-nos nisso, a arte ajuda-nos, o futebol ajuda-nos, já temos mais jogadores angolanos em Portugal e mais portugueses a ouvir música angolana, a comerem comida angolana”, disse, apontando também a inclusão de palavras de origem angolana no vocabulário dos portugueses.

Sobre a história narrada em “O Emigrante”, em que o personagem Lukamba pretende garantir a sua legalização através do casamento com uma portuguesa, Levis Albano adianta que se trata de um estratagema comum, nos dois países, havendo também em Angola cidadãos de outros países africanos que tentam ultrapassar as dificuldades da legalização, casando ou tendo um filho.

“Isso é normal”, observou, acrescentando que o acesso aos vistos continua a ser super difícil, mesmo para quem não quer emigrar e apesar da introdução da modalidade CPLP, um regime de facilitação de vistos para os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

“As portas estão fechadas”, concluiu.

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